A banda Cacau com Leite fez mais uma homenagem ao eterno rei do baião, Luiz Gonzaga. Trata-se da linda música 'O Filho do Januário'. Baixe a música!
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21 de dez. de 2012
13 de dez. de 2012
Mestre do baião, Luiz Gonzaga completaria 100 anos nesta quinta
Autor de sucessos como Asa Branca, Baião de Dois e Qui Nem Jiló, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, completaria 100 anos nesta quinta-feira (13). Considerado um dos compositores mais importantes da música popular brasileira, Gonzagão, que morreu em agosto de 1989, aos 76 anos, ganhou filme contando sua história de vida para comemorar a data. Gonzaga - De Pai Pra Filho, que chegou aos cinemas em outubro, mostra a biografia de Luiz Gonzaga e retrata, ao mesmo tempo, como era a relação entre ele e o filho Gonzaguinha.
Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, no povoado de Araripe, extremo oeste do estado de Pernambuco, a 700 km do Recife. Seu pai trabalhava na roça e nas horas vagas tocava acordeão. Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocar o instrumento. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai.
Antes dos 18 anos, Luiz teve sua primeira paixão: Nazarena, uma moça da região. Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro e ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luiz e Nazarena namoraram algum tempo escondidos e planejavam ser felizes juntos. Mas, sem o apoio da família e revoltado por não poder se casar com a moça, fugiu de casa e ingressou no exército.
Deixou o exército em 1939 e passou a se dedicar à música. Em 1941, foi aplaudido de pé no programa de Ary Barroso ao tocar Vira e Mexe, o que lhe rendeu a contratação com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, Dança Mariquinha.
Também em 1945, uma cantora de coro com quem o artista mantinha um caso deu à luz um menino. Apesar de não ser o pai biológico da criança, sabendo que sua amante ia ser mãe solteira, assumiu a paternidade e deu seu nome ao enteado.
A relação com Léia foi cheia de brigas e eles resolveram se separar com menos de 2 anos de convivência. Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até o fim da vida de Luiz. Eles não tiveram filhos biológicos, porque Helena não podia engravidar, mas adotaram uma menina, a quem batizaram de Rosa.
Nesse mesmo ano Léia morreu de tuberculose, e o filho deles, apelidado de Gonzaguinha, ficou órfão. Luiz queria levar o menino para morar com ele e Helena, e pediu para a mulher criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou. Sem ver saída, o cantor entregou o filho para os padrinhhos, mas deu assistência financeira e ia visitá-lo com frequência.
A relação entre eles esfriou nos anos seguintes e Gonzaguinha se recusou a ir morar com o pai durante sua adolescência. Aos 14 anos, o menino contraiu tuberculose e quase morreu. Luiz resolveu criá-lo a força, mas por ser muito autoritário e a mulher destratar o garoto, acabou mandando o adolescente para um internado.
Ao crescer, a relação ficou ainda mais tumultuada, com Gonzaguinha se tornando viciado em bebidas alcoólicas. Mas, com o passar do tempo, Gonzaguinha resolveu se tratar, concluiu a universidade, e se tornou músico como o pai. Os dois ficaram mais unidos quando em 1979 viajaram pelo Brasil juntos, e o filho compôs algumas músicas para o pai.
Luiz Gonzaga sofria de osteoporose e morreu vítima de uma parada cardiorrespiratória no dia 2 de agosto de 1989, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte e enterrado em seu município natal.(Terra)
Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, no povoado de Araripe, extremo oeste do estado de Pernambuco, a 700 km do Recife. Seu pai trabalhava na roça e nas horas vagas tocava acordeão. Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocar o instrumento. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai.
Antes dos 18 anos, Luiz teve sua primeira paixão: Nazarena, uma moça da região. Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro e ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luiz e Nazarena namoraram algum tempo escondidos e planejavam ser felizes juntos. Mas, sem o apoio da família e revoltado por não poder se casar com a moça, fugiu de casa e ingressou no exército.
Deixou o exército em 1939 e passou a se dedicar à música. Em 1941, foi aplaudido de pé no programa de Ary Barroso ao tocar Vira e Mexe, o que lhe rendeu a contratação com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, Dança Mariquinha.
Também em 1945, uma cantora de coro com quem o artista mantinha um caso deu à luz um menino. Apesar de não ser o pai biológico da criança, sabendo que sua amante ia ser mãe solteira, assumiu a paternidade e deu seu nome ao enteado.
A relação com Léia foi cheia de brigas e eles resolveram se separar com menos de 2 anos de convivência. Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até o fim da vida de Luiz. Eles não tiveram filhos biológicos, porque Helena não podia engravidar, mas adotaram uma menina, a quem batizaram de Rosa.
Nesse mesmo ano Léia morreu de tuberculose, e o filho deles, apelidado de Gonzaguinha, ficou órfão. Luiz queria levar o menino para morar com ele e Helena, e pediu para a mulher criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou. Sem ver saída, o cantor entregou o filho para os padrinhhos, mas deu assistência financeira e ia visitá-lo com frequência.
A relação entre eles esfriou nos anos seguintes e Gonzaguinha se recusou a ir morar com o pai durante sua adolescência. Aos 14 anos, o menino contraiu tuberculose e quase morreu. Luiz resolveu criá-lo a força, mas por ser muito autoritário e a mulher destratar o garoto, acabou mandando o adolescente para um internado.
Ao crescer, a relação ficou ainda mais tumultuada, com Gonzaguinha se tornando viciado em bebidas alcoólicas. Mas, com o passar do tempo, Gonzaguinha resolveu se tratar, concluiu a universidade, e se tornou músico como o pai. Os dois ficaram mais unidos quando em 1979 viajaram pelo Brasil juntos, e o filho compôs algumas músicas para o pai.
Luiz Gonzaga sofria de osteoporose e morreu vítima de uma parada cardiorrespiratória no dia 2 de agosto de 1989, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte e enterrado em seu município natal.(Terra)
1 de out. de 2012
Marina Elali gravará DVD em homenagem a Luíz Gonzaga e com participação de Aviões do Forró
A cantora Marina Elali vai gravar DVD “Marina Elali e Duetos”, em homenagem aos dois grandes forrozeiros Luiz Gonzaga e Zé Dantas. Dentre os convidados, Aviões do Forró, Ivete Sangalo, Zezé di Camargo & Luciano, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Tânia Mara, Waldonys, Charlie Brow Júnior e Daniel Gonzaga. Zé Dantas foi avô de Marina e autor de vários sucessos em parceria com Luiz Gonzaga, dentre eles ‘O Xote das Meninas’. O show acontecerá dia 18 de outubro, em Recife, e a homenagem faz parte do centenário de Luiz Gonzaga.
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30 de ago. de 2012
Veja o trailer do filme Gonzaga, De pai para filho
Entre imagens da adolescência de Luiz Gonzaga (1912-1989) e do início de sua carreira, quando ele ainda não ganhara o título de "rei do baião", o que se detaca no vídeo prévio é a relação entre o protagonista e seu filho, Gonzaguinha. Registrado Luiz Gonzaga do Nascimento Junior, este último nasceu em 1945, no Rio. Perdeu a mãe aos dois anos de idade e foi criado por um casal de amigos do pai.
Conforme mostra o trailer, havia quem não acreditasse que Gonzaguinha, também músico, era de fato filho do autor de "Asa branca". O próprio Gonzaguinha, já adulto, trazia dúvidas sobre sua origem. Durante a turnê "Vida de viajante", em 1981, os dois se aproximaram. E conversaram, tudo devidamente registrado em fitas cassete: foi esse material que inspirou Breno Silveira, conhecido por trabalhos como "2 filhos de Francisco" (2005), sobre a origem da dupla Zezé Di Camargo & Luciano, e o recente "À beira do caminho", ainda em cartaz.
“Quando ouvi as fitas, aquilo me emocionou. Eram perguntas muito contundentes”, explicou. As indagações a que ele se refere partiam de Gonzaguinha e eram as mais elementares: "Quem foi minha mãe? Quem é meu pai?”. Silveira forneceu, então, a sua interpretação dos fatos: “No fundo, no fundo, acho que existia uma vontade do Gonzaguinha de ser aceito como músico e como filho. Acho que ele se ressentiu disso a vida inteira, da falta do reconhecimento paterno”.
Quem interpreta o Gonzaguinha adulto é Julio Andrade. Já o pai foi entregue a três diferentes atores, dependendo da fase da vida do músico. Um deles é o sanfoneiro Nivaldo Expedito, o “Chambinho do Acordeon”, que cobre o período dos 30 aos 50 anos de idade de Gonzagão, que completaria cem anos em dezembro de 2012.
O trailer mostra ainda Nanda Costa na pele da cantora Odaleia Guedes dos Santos, mãe de Gonzaguinha. "Gonzaga – De pai para filho" tem previsão de entrar em cartaz no dia 26 de outubro e será o filme exibido na abertura do Festival do Rio, em 27 de setembro.(G1)
16 de abr. de 2012
Berguinho e Netinho gravaram Xote das Meninas
Convidado pelo cantor Netinho para participar do seu novo CD, em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, Berguinho fez dueto na música “Xote das Meninas”, sugestão do próprio Berguinho. “Netinho é um amigo e além de me convidar, deixou aberto para eu definir a música. Escolhi Xote das Meninas, que é uma das mais representativas de Gonzagão”, afirma Berguinho.(Blog do Marrom)
22 de fev. de 2012
Escola que homenageou Gonzagão vence carnaval
A Unidos da Tijuca é a grande campeã do Carnaval 2012 do Rio. A escola teve 299,9 pontos, dos 300 possíveis e perdeu 0,1 no quesito alegorias e adereços.
A agremiação desfilou o enredo "O dia em que toda a realeza desembarcou na avenida para coroar o rei Luiz do Sertão", em homenagem a Luiz Gonzaga. Este é o terceiro título da escola, que também ganhou em 1936 e em 2010.
O resultado da apuração foi divulgado na tarde desta quarta-feira. Em segundo lugar ficou o Salgueiro, seguida por Vila Isabel, Beija-Flor, Grande Rio e Portela. As duas últimas escolas foram Porto da Pedra e Renascer de Jacarepaguá, que serão rebaixadas para o Grupo de Acesso.
As seis primeiras escolas devem voltar ao sambódromo no sábado (25) para o desfile das campeãs, junto com a primeira colocada do Grupo de Acesso.
DESFILE
O carnavalesco da Unidos da Tijuca, Paulo Barros, prometeu e levou várias surpresas para o público. A primeira delas foi a comissão de frente, que simulou os movimentos da sanfona com um "homem mola".
Outro destaque, o primeiro carro da Tijuca mostrou a chegada de reis e rainhas para a coroação de Luiz Gonzaga. A alegoria representava o setor de desembarque de um aeroporto. Entre os convidados estavam reis como Roberto Carlos e Michael Jackson.
Os integrantes de uma das alas da escola entre eles o casal de mestre-sala e porta-bandeira foram fantasiados de bonecos de barro do mestre Vitalino. Uma grande alegoria em homenagem ao artista também foi destaque da Unidos da Tijuca.(Forró Dicumforça/Folha.com)
A agremiação desfilou o enredo "O dia em que toda a realeza desembarcou na avenida para coroar o rei Luiz do Sertão", em homenagem a Luiz Gonzaga. Este é o terceiro título da escola, que também ganhou em 1936 e em 2010.
O resultado da apuração foi divulgado na tarde desta quarta-feira. Em segundo lugar ficou o Salgueiro, seguida por Vila Isabel, Beija-Flor, Grande Rio e Portela. As duas últimas escolas foram Porto da Pedra e Renascer de Jacarepaguá, que serão rebaixadas para o Grupo de Acesso.
As seis primeiras escolas devem voltar ao sambódromo no sábado (25) para o desfile das campeãs, junto com a primeira colocada do Grupo de Acesso.
DESFILE
O carnavalesco da Unidos da Tijuca, Paulo Barros, prometeu e levou várias surpresas para o público. A primeira delas foi a comissão de frente, que simulou os movimentos da sanfona com um "homem mola".
Outro destaque, o primeiro carro da Tijuca mostrou a chegada de reis e rainhas para a coroação de Luiz Gonzaga. A alegoria representava o setor de desembarque de um aeroporto. Entre os convidados estavam reis como Roberto Carlos e Michael Jackson.
Os integrantes de uma das alas da escola entre eles o casal de mestre-sala e porta-bandeira foram fantasiados de bonecos de barro do mestre Vitalino. Uma grande alegoria em homenagem ao artista também foi destaque da Unidos da Tijuca.(Forró Dicumforça/Folha.com)
30 de jan. de 2011
Chiclete vai gravar o rei do baião
De olho nos festejos juninos, a banda Chiclete com Banana anunciou na noite da última quinta-feira (27) que vai gravar um DVD somente com músicas de Luiz Gonzaga, depois do Carnaval, em Serra Talhada, terra natal do famoso cangaceiro brasileiro, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião."Nos últimos anos, em cima do trio ou em nossos shows, temos feito algumas experiências com a música de Luiz Gonzaga. Agora, chegou a vez de homenagearmos esta figura singular e tão marcante da música brasileira", disse o vocalista Bell Marques, líder do grupo. "A filha dele participará e queremos também muitos artistas na gravação", acrescentou o cantor.
O repertório do DVD ainda não foi escolhido, mas os integrantes da banda não abrem mão de alguns clássicos gravados pelo cantor pernambucano, entre os quais "Asa Branca", "Meu Pé de Serra", "Juazeiro" e "Paraíba". Bell Marques disse ainda que, além do trabalho em homenagem a Luiz Gonzaga, a banda pretende gravar outro DVD este ano. "Queremos incluir somente músicas da banda. Nossa ideia é fazer a gravação durante uma turnê pela Europa, um pouco em cada país".
Novas músicas à espera do Festival de Verão e do Carnaval, Bell Marques participou nesta quinta-feira (27) de um happy hour para apresentar oficialmente as duas músicas de trabalho do Chiclete com Banana: "Meu Coração Voou" e "Chorarei Amor". "São músicas fortes, dançantes, baseadas na mistura dos tambores, que têm pegada forte e ritmo quente", disse Bell.
Com uma média de 130 shows por ano, os integrantes da banda (Bell, Wado, Deny, Walter, Lelo e Walmar) confirmaram sua participação em uma das mais tradicionais festas do calendário popular do Estado, no próximo dia 2, quando milhares de baianos e turistas reverenciam Iemanjá, a "rainha das águas". "Iemanjá também é chicleteira", brincou o cantor. A exemplo do ano passado, Chiclete com Banana vai desfilar no Carnaval com três blocos: Camaleão, Nana Banana e Voa Voa.
Bell Marques acrescentou que estuda a possibilidade de criar um grupo de teatro para fazer "intervenções" durante a apresentação do grupo. "O que passa pela minha cabeça agora é um projeto para ser feito dentro de um teatro mesmo, com um número limitado de pessoas, ao contrário de nossos shows, que são sempre para grandes multidões".(Uol)
13 de dez. de 2009
Hoje dia nacional do forró

Hoje 13 de dezembro, o povo nordestino tem muito o que comemorar. É o dia em que nasceu o maior expoente da nossa música, Luiz Gonzaga. Ele foi o responsável por criar um dos ritmos que mais identifica a região, o forró.
Por conta dessa data tão especial, foi criado o Dia Nacional do Forró. Foi instituído pela Lei nº 11.176, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 6 de setembro de 2005.
Por conta dessa data tão especial, foi criado o Dia Nacional do Forró. Foi instituído pela Lei nº 11.176, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 6 de setembro de 2005.
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12 de dez. de 2009
Luiz Gonzaga é homenageado
A Feira de São Cristóvão prepara um Natal arretado, com o sabor tempero nordestino. Pela primeira vez em sua história, as festas de fim de ano vão entrar no calendário do Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas. A programação especial começa neste sábado, às 22h.
No palco da festa, que também celebra os 97 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, Zé Calixto, o Rei dos Oito Baixos, instrumento que se assemelha a uma sanfona, Marcus Lucenna, César Nascimento, Tribo de Gonzaga, Forró Safira e Cassiano Beija-flor comandam o bate-coxa.
Domingo, às 10h, a música dá lugar à solidariedade e à preservação da memória. Convidados e frequentadores se unirão em um abraço simbólico no Pavilhão para homenagear Gonzagão e chamar atenção para as campanhas de arrecadação de brinquedos e livros para a Campanha Natal sem fome dos sonhos da Ação da Cidadania.
Também serão arrecadadas doações para o futuro Centro de Memória do Migrante Nordestino, como roupas, objetos e fotografias de época. Todas as atrações custam R$ 2. (Forró Dicumforça)
No palco da festa, que também celebra os 97 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, Zé Calixto, o Rei dos Oito Baixos, instrumento que se assemelha a uma sanfona, Marcus Lucenna, César Nascimento, Tribo de Gonzaga, Forró Safira e Cassiano Beija-flor comandam o bate-coxa.
Domingo, às 10h, a música dá lugar à solidariedade e à preservação da memória. Convidados e frequentadores se unirão em um abraço simbólico no Pavilhão para homenagear Gonzagão e chamar atenção para as campanhas de arrecadação de brinquedos e livros para a Campanha Natal sem fome dos sonhos da Ação da Cidadania.
Também serão arrecadadas doações para o futuro Centro de Memória do Migrante Nordestino, como roupas, objetos e fotografias de época. Todas as atrações custam R$ 2. (Forró Dicumforça)
28 de jul. de 2009
14 de jul. de 2009
São Paulo prepara festa para homenagear Luiz Gonzaga
A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, realiza entre 17 e 19 de julho a Homenagem a Luiz Gonzaga, no Vale do Anhangabaú, no centro da capital, com mais de 35 atrações culturais, durante os três dias de celebração. De acordo com informações da pasta, o objetivo do evento é valorizar e reforçar as tradições nordestinas no Estado por meio do artista, considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira.
Serão três dias de apresentações com artistas da cultura nordestina como Elba Ramalho, Alceu Valença, Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Antonio Nóbrega, Trio Virgulino e outros.
O público poderá ainda assistir as bandas Cordel do Fogo Encantado, Carlinhos Antunes e Quinteto Mundano, Nicolas Krassik e Cordestinos.
Os clássicos do frevo, da música popular e de grandes compositores serão interpretados pela Orquestra Popular do Recife, sob a regência do maestro Ademir Araújo.
Fonte: Forrozeiros
10 de jul. de 2009
Casa de Luiz Gonzaga está caindo
A casa onde o cantor e compositor Luiz Gonzaga (1912-1989) viveu em Exu, município do sertão pernambucano, a 613 km de Recife, corre risco de desabar por falta de manutenção. O espaço onde fica a casa, palcos para apresentações e lanchonete, que é conhecido como Parque Aza Branca, foi comprado pelo músico, chamado de "rei do baião", na década de 1970.
Após sua morte, o local foi transformado em um memorial com objetos pessoais do artista --como sanfonas, fotos, armas e trajes de cangaceiro que ele colecionava--, além dos mausoléus dele, da mulher e dos pais.
A administração da casa é hoje feita pela ONG Parque Aza Branca, que adquiriu a maior parte da propriedade. O dinheiro para manutenção provém dos visitantes, que pagam R$ 2 pela entrada. Em janeiro, julho e dezembro, o parque recebe entre 1.500 e 2.000 pessoas por mês, mas nos outros períodos do ano as visitas são mais esporádicas.
O dinheiro arrecadado é insuficiente para cobrir as despesas do local, segundo uma das administradoras, Clemilce Parente. Ela diz que no ano passado precisou negociar uma dívida de R$ 5.000 com a Compesa (Companhia de Abastecimento de Água de Pernambuco) e que, desde então, por contenção de despesas, só é utilizada a água coletada em chuvas.
Para Parente, no entanto, um dos problemas mais graves é a deterioração da casa onde Luiz Gonzaga morou. Há vários pontos de infiltração e os cupins estragaram o forro e parte do suporte do telhado. Há risco de desabamento.
"Precisamos de pelo menos oito funcionários para manter o lugar em ordem, mas não temos orçamento para isso", diz.
A diretora de preservação cultural da Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco), Célia Campos, afirmou que o estudo para tombamento do Parque Aza Branca está adiantado e deve seguir para o Conselho Estadual em agosto --mês em que a morte de Luiz Gonzaga completa 20 anos.
Campos afirmou ainda que há uma visita técnica ao local programada para a próxima semana. "O bem é particular, mas mesmo assim vamos tentar reunir o montante necessário para as reformas emergenciais", disse.
Fonte: Portal Forrozão
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